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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

STOP MONSANTO - Monsanto e o poder do veneno – Campanhas Eleitorais Patrocinadas.


Os ratos alimentados, a vida toda, com o milho transgênico da Monsanto desenvolveram câncer, problemas hepático-renais e morte prematura em índices bem superiores aos que receberam outro tipo de alimentação.

Um estudo publicado em 2012, liderado pelo pesquisador francês Gilles-Éric Séralini, mostrou que 50% dos machos e 70% das fêmeas morreram de forma prematura, contra, respectivamente, 30% e 20% dos do grupo que não comeram o milho do Monsanto.

Se não bastasse a gravidade da denúncia, uma vez que o milho é um dos principais alimentos dos seres humanos, o caso explicitou a outra face da gigante empresa estadunidense do agronegócio: sua ingerência política nos âmbitos científicos.

A revista, a Food and Chemical Toxicology, mesmo reconhecendo que o artigo de Séralini é sério e não apresenta incorreções, se retratou da sua publicação, dizendo que o estudo não é conclusivo.

A retratação ocorreu depois de uma agressiva campanha contra o trabalho do pesquisador francês e, pasmem, após a revista ter contratado como editor especial Richard Goodman, ex-funcionário da Monsanto!

Não faltaram espaços nos meios de comunicação para cientistas, dos centros de pesquisas financiados pela Monsanto, pela Syngente e pela Bayer, repetirem críticas – parciais e inexatas – apenas horas depois da publicação do artigo.

A agência de notícias Adital, que publicou essas informações, não esqueceu de lembrar que o mesmo tipo de perseguição sofreu o mexicano Ignacio Chapela, quando publicou na revista Nature um artigo em que denunciava que o milho camponês da região de Oaxaca/México havia sido contaminado pelo transgênico da Monsanto.

A repetição dessa prática fez com que a Unión de Científicos Comprometidos con la Sociedad emitisse um comunicado condenando a pressão que as empresas transnacionais fazem para que as revista científicas se retratem dos estudos que confirmam danos à saúde pelo consumo dos seus produtos.

O Prêmio Nobel de Medicina/ 2013, Randy Schkman, já havia alertado sobre a promiscuidade das revistas científicas com os grandes grupos empresariais, causando danos à ciência.

Em julho, a ONG europeia, protetora do meio ambiente, Amigos da Terra e a Federação para meio Ambiente e Proteção à Natureza Deutschland (BUND) se prepararam para apresentar um estudo sobre os efeitos do herbicida glifosato no corpo humano. Os herbicidas que contêm glifosato são carros-chefe da Monsanto. O estudo seria apresentado em 18 países. Misteriosamente, dois dias antes da publicação do estudo, um vírus paralisou o computador do principal organizador do evento. Em nenhum momento se responsabilizou a Monsanto pelo ocorrido.

No entanto, não são desconhecidas as estreitas relações que essa empresa mantém com serviços secretos estadunidenses, com as forças armadas, em empresas de segurança privadas e, principalmente, junto ao governo dos EUA.

É possível que as relações que a empresa mantém com esse poderoso aparato, com inimaginável capacidade investigativa e repressiva, tenham vínculos com os numerosos relatos de ataques cibernéticos regulares, com padrão profissional, que sofrem os críticos da Monsanto.

Com todo esse poderio políticoeconômico, a empresa estadunidenses foi mencionada, inúmeras vezes, com uma ativa coautora do golpe de Estado paraguaio, em junho de 2012, que afastou o presidente democraticamente eleito, Fernando Lugo.

O educador Juan Diaz Bordenavce, falecido em novembro de 2012, escreveu que, entre os dez fatores que serviram como detonadores do golpe, estava o “aumento da proibição de sementes transgênicas, o que poderia afetar os enormes lucros da multinacional norte-americana Monsanto”.

Com o passar dos dias, evidenciou- se ainda mais a participação das transnacionais Monsanto e Cargill, em conluio com a oligarquia latifundiária, as elites empresariais e sua mídia, na execução do golpe.

Essa folha corrida da Monsanto é mais um elemento favorável à Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4650, proposta no STF pela OAB, solicitando fim das doações de campanha eleitoral por pessoas jurídicas.


Não causa surpresa ver que ministros do STF, safos, como Gilmar Mendes, se posicionem contrários à ação da OAB. Os campos de atuação e os interesses comuns ficam cada vez mais evidenciados.


Lago do lagos

    O Sol e seu fogo são vibrações fecundas que despertam a vida em todos os âmbitos do planeta. Por sua vez, a água, o elemento feminino terrestre, a grande mãe ou vaca nutridora, é a base verdadeira da vida, simboliza em todas as teogonias (Genealogia dos Deuses) com mil nomes lunares: Io, Maya, Ísis, Diana, Lucina, Ataecina, Calquihuitl, e outros mais que se podem verificar em De Gentes del Outro Mudo.



   Mas a água, o elemento fluido sustentador da vida, apresentasse-nos na Terra sob dois aspectos contrapostos, para melhor ou para pior, assim definidos: o dinâmico, de suas correntes; e o estático, de sua sempre aparente paralisação.
Digo aparente porque a água nunca deixa de ser ativa, mesmo quando se nos afigura em fingida calma na sua fonte, quer seja um lago, quer seja um mar sempre tranquilo no fundo, muito emborra as borrascas da superfície e as suas poderosas correntes.

Firmemo-nos, pois, neste aspecto enganoso de lacustre calma, para inferirmos que, desde logo, o conceito verdadeiro de lago é filosoficamente suscetível de ampliação curiosa e instrutiva.

   Com efeito. Temos aí esses colossos fluviais que chamam Ienissei e Ganges, na Ásia; Volga e Danúbio, na Europa; Niger, Congo e Nilo, na Africa; e Mississippi e Amazonas, na America. E suas fontes, desde as mais modestas, alcandoram-se não raro, em altura inacessível e nevada; porém, destas se pode passar, por uma gradação imperceptível, até maior dos mares, que é o oceano Pacífico, mediante o conceito típico de lago, conceito aliás estático e contraposto ao dinâmico de rio.




Naquele, as águas “dormem”; no segundo, deslizam, ativas.

No primeiro, invadem extensões maiores ou menores de terra. Tendem constantemente para a forma circular em sua superfície e para forma hemisférica em seu fundo, com vistas à conhecida lei de máximos que fazem do círculo a maior figura isoperímetra, e das esfera maior volume entre os sólidos de igual superfície.

Já o rio, por sua vez, tem a terra como a querer cortar-lhe a arrancada irresistível, para imobilizá-lo como um lago.
Mas logra saltar-lhe as barreiras, virilmente. Propende para a linha reta que é o mínimo das distâncias. Resvala e corre até níveis inferiores; e, se tolhido na marcha, vê-se obrigado a formar lagos que detêm ou a minoram, acabando sempre, em caso favorável, por fundir-se e perder-se nesse “lago dos lagos”, que é o mar ...


   Assim, as águas da superfície da terra nos oferecem a mais admirável alternativa de paralisação e de marcha, de inércia e movimento, de ecocomia e de trabalho, de pralaya e de manuântara, de aparente morte e de vida aparente. E torno a dizer, aparente, porque o lugar onde as águas parecem mortas ou estancadas é ali que eles possuem a mais prodigiosa vida, por uma lei de correlação de força.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

STOP MONSANTO

As TV`s DOS BOBOS, ISSO NÃO VAI MOSTRAR. NENHUM “JORNAL” TEM CORAGEM DE “PUBLICAR”.

Por ONDE anda por cá, os que carregam em seus sobrenomes; Guarani-Kaiowás?
Garanto que muitos destes que tal fizeram, nem mesmo sabe por que estariam tais índios e agricultores da região, a PROTESTAR.

Brasil está definido para quebrar uma moratória global sobre as sementes geneticamente modificadas "Terminator", esta que é ameaçadora para a subsistência de milhões de agricultores em todo o mundo. Incluindo os próprios “Índios.”

As sementes ou "suicídio" estéreis são produzidos por meio da tecnologia de restrição de uso genético, causando mortes das culturas após uma colheita sem produzir descendentes. Como resultado, os agricultores têm que comprar novas sementes a cada plantio, o que reduz a sua auto- suficiência e os torna dependentes de grandes empresas de sementes e químicos.

O temor agora é que a moratória global poderia rapidamente desvendar se o Brasil, um dos países agrícolas mais importantes do mundo, transtorna a sua lei nacional para proibir tecnologia terminator.
Outros países, pressionados fortemente pelo poderoso lobby GM, provavelmente se seguiria, conduzindo inevitavelmente a mais protestos.

Diante do crescente alarme internacional, os 193 países que assinaram a Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica concordaram por unanimidade em 2000, que deveria haver uma moratória internacional de facto. Isto foi reforçado na Conferência das Partes em 2006, sob a presidência do Brasil.





quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

STOP MONSANTO - REFERÊNCIA EM MORTES POR CANCRO (Câncer)

Para se ter noção da dimensão desse mercado, nos últimos três anos, o Brasil se tornou o maior consumidor de agrotóxicos, perto de um bilhão de litros utilizados, um crescimento de 190% em dez anos. Soja, cana-de-açúcar, algodão, tabaco e eucalipto são as variedades agrícolas que lideram no consumo de agrotóxicos. Nesse conjunto, destacam-se os agrocombustíveis e as espécies exóticas empregadas no reflorestamento (pinos e eucaliptos) ou para a queima nos fornos das siderúrgicas de ferro-aço.



Dentre as variedades agrícolas cultivadas no Brasil, a soja participou com 40% do volume dos herbicidas, fungicidas, inseticidas, acaricidas entre outros, vindo em seguida o milho, com 15%; cana-de-açúcar e algodão, com 10%; cítricos, com 7%; café, trigo e arroz, com 3%; feijão, com 2%; pastagem e tomate, com 1%; maçã, com 0,5%; banana, com 0,2%; e demais culturas, com 3,3%. Sobre os registros no Ministério da Saúde e do Meio Ambiente, são 434 ingredientes ativos e 2.400 formulações. Dos 50 tipos de agrotóxicos mais utilizados nas lavouras do Brasil, 22 deles estão proibidos na União Européia. Em relação ao percentual de aplicação nas lavouras entre os estados da federação, o Mato Grosso do Sul lidera o ranking com 18,9%, ficando à frente de São Paulo, com 14,5%; Paraná, com 14,3%; Rio Grande do Sul, com 10,8%; Goiás, com 8,8%; Minas Gerais, com 9%; Bahia, com 6,5%; Mato Grosso, com 4,7%; Santa Catarina, com 2,1%; e os demais juntos somam 10,4%.


Em relação às ABELHAS, esse inseto está no planeta há mais de sessenta milhões de anos, e desenvolveu um sistema mutualista perfeito com os vegetais. São ou eram 40 mil espécies conhecidas no mundo; somente no Brasil esse número chegava a três mil. Das 250 mil variedades de plantas conhecidas e que produzem flores, 90% delas depende dos insetos para a polinização, sendo as abelhas uma das principais responsáveis pela dispersão do pólen. Porém, nos últimos anos, em decorrência do crescimento do uso de veneno na agricultura, vem se registrando o desaparecimento de milhares de colméias, especialmente nos países onde a aplicação de inseticidas e outras substâncias tóxicas têm sido maior, como nos Estados Unidos, alguns países europeus e o próprio Brasil.


Diante desse fenômeno, a EFSA, agência europeia que regula a comercialização de agrotóxicos, exigiu que fossem submetidos a exames três inseticidas da classe dos neonicotinoides produzidos pela Bayer. A entidade reguladora alega que estaria na aplicação desse inseticida uma das possíveis causas pelo desaparecimento das abelhas. Como tentativa de resolver o problema, países como Itália, França, Alemanha e Eslovênia proibiram o comércio dessa substância na agricultura. Além de a contaminação se dar sob a forma indireta, ou seja, mediante pulverização, outro processo que já está se tornado corriqueiro é a comercialização de sementes com veneno, que, ao germinarem, introduzirão no DNA das plantas partículas tóxicas que se acumularão no pólen das plantas.



O problema da fiscalização acerca do comércio dos agrotóxicos no Brasil é imenso, situação essa constatada quando da análise feita em alimentos, onde foi verificada a presença de partículas do agrotóxico “Metamidofós”. O estranho é que tal produto foi proibido na China junto com outros cinco produtos em 2007. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) confirmou que, depois da sua proibição, houve aumento de importação do mesmo em 2008, e os gastos para sua aquisição superaram os 15 milhões de dólares.






segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

STOP MONSANTO - INDUSTRIA DOS ALIMENTOS - Lobby do cartel da transgenia tenta aprovar semente suicida.

"Rotineiramente desqualificamos testemunhos e exigimos comprovação. Isto é, estamos tão convencidos da justeza de nosso julgamento que invalidamos provas que não se ajustem a ele.
"Nada que mereça ser chamado de verdade, pode ser alcançado por esses meios".

INDUSTRIA DOS ALIMENTOS - Lobby do cartel da transgenia tenta aprovar semente suicida.

Todo e qualquer produto; ensacado, enlatado, pré-cozido, pré-preparado, de rápido preparo (fast food`s), até mesmo congelados e entre outros são, ORGÂNICAMENTE & GENETICAMENTE MODIFICADOS. Como bem relata alguns filmes. Onde, muitos ataca e ao mesmo tempo, incentiva o consumo de produtos, como no caso dos “superfoods” e entre outros.

Grandes superfícies da indústria dos alimentos em todo o mundo; PASMEM, trabalha com produtos OGM`s que vão as nossas mesas todos os dias. E como não ficamos a saber? Embora as brechas das Lelis de muitas legislações. Estas sãos informadas sim, muitos dizem informar, ali, pequeninamente mascarada em terminologias nano-logísticas.

Ao fazer parte como DM e logo depois, um dos, Supervisão Técnica na Logística de “bio - segurança” Transitarias de uma das grandes empresas, instalada em Ibéricas PT/ES (entre outras) na indústria Farmacodinâmica e de Alimentos, no período de 2010 até meados de 2012, constatei: Diversas irregularidades nos, acondicionamentos, controle, zelo, manuseio e outras técnicas, para a segurança de Produtos, Amostras e Ensaios de conteúdo, acreditem e pasmem – CEPAS clonais.

Há menor fiscalização por meio viário e outros meios de transporte de Empresas transitarias com suas “ene`s” razões sociais e suas S.A`s, transporta materiais de alta periculosidade em vias Ibéricas, dentre outras às Ilhas, e Norte da Europa, os OGM`s. Difícil identificação dos produtos, os mesmos carregam facturas à nível PRÓ-FORMA, onde nestas não consta as PROPRIEDADES dos PRODUTOS transportados. E que, se os trazem, estão mascarados através de terminologias nano-logísticas.

Em uma unidade (Franquia) de uma das empresas de transitarias locada, foi encontrado por mim, tais matérias, sem nenhum tipo de segurança e espalhados pelo chão, sem a devida alocação dos mesmos, até mesmo para os próprios funcionários no manuseio destas. Ou seja, sem seguir nenhuma NTc. Na conclusão de um relatório, citei a “RESPONSABILIDADE SOCIAL” que tal empresa PREGA.

“STOP MONSANTO”
Todo ano tem

“A Syngenta participou, da Fruit Logistica, a principal feira do sector hortofrutícola na Europa. O evento, realizado em Berlim, na Alemanha, contou com expositores, visitantes de 130 países, entre os quais ministros da Agricultura e representantes da imprensa.”

“Existem, Dissertações de Mestrado com o Título: Distribuição clonal de cepas.

Os verdadeiros Donos do Mundo:
“EX: Gripe: o vírus camaleão que escapa a três vacinas, compara Francisco George. htwwwptjornalcom Será que andaram a levar "trabalho" para casa? Tipo: amostras, do H5N1 no bolso? ... E, esqueceram alhures? ... E são três, as “VACINAS” em circulação hoje no MERCADO.

Ainda com relação a ALIMENTAÇÃO –
No final de 2012 na Alemanha, foi levantado dentro de um relatório de segurança, uma questão quem estende-se desde a década de 80 - Através de testes de bioensaios, revelaram que não houve, INTERAÇÃO entre: determinar as doses esterilizantes e letais de radiação gama do Cobalto-60, para produtos como: Cereais moídos, ração farinha, flocos de milho (fúba no Brazil), gengibre, frutos secos, chocolates e grãos de leguminosas entre outros. No Brasil, os primeiros estudos foram realizados por GALLO (1960).

As premissas da “ultima” reunião da OMC, ainda trará à muitos, outras surpresas.
Conforme cita FENEMORE (1983), a Organização de Agricultura e Alimentação das Nações Unidas tem estimado que um terço de todo alimento cultivado é perdido por ataques de “pragas” a partir de “culturas desenvolvidas” e em “armazéns”. As injúrias causadas pelas “pragas” variam, portanto, de acordo com a natureza dos ELEMENTOS.

A Organização de Agricultura e Alimentação das Nações Unidas incentiva muitos dos ensaios clínicos - Tendo em vista os elevados danos causados aos grãos e produtos armazenados pelos “insetos”, torna-se necessário pôr em prática meios de controle, a fim de se evitar os prejuízos. Um dos métodos mais utilizados é a aplicação de produtos químicos, que apresenta vários inconvenientes, entre eles a possibilidade de causar intoxicação ao consumidor por deixar resíduos nos alimentos tratados. Por oferecer um método livre de resíduos para o controle de “pragas”, o tratamento com RADIAÇÃO é um substituto viável à fumigação para satisfazer os regulamentos quarentenários de vários países.

Se não houve INTERAÇÃO, entre o COBALTO-60, para determinar doses, então quer dizer que: xKrad a mais ou xKrad a menos não vai nem vem, por que não param à FUMIGAÇÃO? Há quem veja céus de brigadeiro.

1 rad - é a absorção de 100 ERG (ERG = unidade de energia) de energia por grama.

krad - dose absorvida de radiação: 1 krad = 10' rad = 10 Gy (gray (Gy) é uma das unidades de dose absorvida)

Irradiando cinco espécies de insetos, concluíram que doses de radiação gama ENTRE 625 a 150.000 rad foram capazes de “controlar” essas cinco espécies de insetos pragas de grãos armazenados.

Em tempo, não há em lugar algum hoje do Planeta "Chão", Físico/a e ou Químico/a em qualquer lugar de qualquer Centro de Energia Nuclear na Agricultura, dizer que isto é uma heresia, a não ser os que trabalham para as mesmas. Dá-me até medo, abrir uma semente da orcotiledônea ou dicotiledônea, se não estou enganado, o FEIJÃO.

Ainda tramita na ONU o mesmo documento (2008) referido acima e ao qual “fez-se ouvir” novamente na reunião passada da OMC, documentos referente a Economic and Social Council e do Commitee on Economic, Social and Cultural Rights, sobre os OMG`s. Onde cita num trecho - O Comitê está “profundamente preocupado” que a extrema miséria sendo vivida pelos agricultores, levando a um aumento na incidência de suicídios pelos mesmos, nesta última década. O Comitê está particularmente preocupado com a extrema pobreza, causado pelas “faltas de terras”, “acesso ao crédito” (Quer modificar geneticamente, tem crédito) e adequadas infraestruturas rurais (monto-te, O LABORATÓRIO), e que tem se exacerbado pela introdução de Sementes Geneticamente Modificadas pelas corporações multinacionais e a escalada resultante dos preços das sementes, fertilizantes e pesticidas, particularmente na indústria ALIMENTAR.

Em tempo, um certo grupo de etnia “índia”, Sul-americanas e a própria ÍNDIA, como outros “Estados Membros” relatou que, nenhum produto de alimentação, de preparo rápido, como batidos (Shake para emagrecer), Alimentos de rápido preparo e os demais já citados, fazem bem ao organismo humano e ou animal. Puseram a Mac do Donald para FORA em vários lugares.

Aparece hoje; porém já relatado a mais de 20 anos pelo próprio EUA, o amaranto, este, contém mais proteína do que a soja e contém vitaminas A e C. Enquanto isso, na preocupação dos Estados Unidos sobre como remover esta planta resistente que excede a tecnologia Monsanto: se adapta em quase qualquer clima, não é afetado por insetos ou doenças e nem que requer produtos químicos. Não seria melhor ouvir esta mensagem da natureza e tentar processar alimentos de amaranto? (Fonte, web.)

Rotineiramente desqualificamos testemunhos e exigimos comprovação. Isto é, estamos tão convencidos da justeza de nosso julgamento que invalidamos provas que não se ajustem a ele.
"Nada que mereça ser chamado de verdade, pode ser alcançado por esses meios".

Por M. Moura, segue - Lobby do cartel da transgenia tenta aprovar semente suicida

Tramita na Câmara projeto que libera no Brasil a semente “Terminator”, proibida em vários países por não se reproduzir e tornar os agricultores escravos dos preços do monopólio que detém sua patente

Com consumidores, produtores, parlamentares, cientistas e autoridades em guerra aberta contra o cartel internacional dos organismos geneticamente modificados, o lobby da norte-americana Monsanto tenta agora usurpar do produtor brasileiro o direito essencial de replantar as sementes que colhe em suas terras.

Em regime de prioridade, tramita na Câmara dos Deputados uma alteração à Lei de Biossegurança que permite ao monopólio introduzir em suas sementes um gen que destrói a capacidade da planta de se reproduzir. Em duas versões, o Terminator (exterminador) e o Traitor (traidor), são genes capazes de castrar as sementes, alterá-las geneticamente para que seus descendentes não floresçam. As sementes só poderiam ser utilizadas uma única vez, rompendo assim com o ciclo natural de que a colheita de uma safra era a fonte das sementes a serem utilizadas na safra seguinte.

SEMENTE GENOCIDA
O PL 5964/05 prevê, além da liberação da semente genocida, a permissão para o plantio de organismos geneticamente modificados em áreas de “unidades de conservação e respectivas zonas de amortecimento, nas terras indígenas, nas áreas de proteção de mananciais de água efetiva ou potencialmente utilizáveis para o abastecimento público e nas áreas declaradas como prioritárias para a conservação da biodiversidade”. Áreas megadiversas e altamente propícias a contaminação tanto pelos venenos tóxicos largamente utilizados neste tipo de produção, como pela polinização que carrega a transgenia a até quilômetros de distância.

Depois de monopolizar o mercado de sementes em diversos países, impondo a falsa idéia de ganhos de produtividade e redução de custos a milhares de produtores para logo depois achacá-los com royalties abusivos e venda casada das sementes resistentes a seus herbicidas, o cartel internacional da biotecnologia percebeu que os produtores não se submeteram ao seu açambarque. Utilizavam semente de sua própria colheita.

MONSANTO E PATENTE
Um destas empresas, a Delta & Pine Land, maior produtora norte-americana de sementes de algodão, patenteou a tecnologia Terminator, ou Tecnologia de Restrição de Uso Genético (TRUG). A empresa pouco depois foi adicionada ao rol de aquisições da inventora do agente laranja, a Monsanto, detentora da patente internacional da soja transgênica. Tratava-se de um complexo processo químico que impedia os frutos de uma colheita de germinar.

Condenada por cientistas e governos do mundo todo, inclusive pela ONU, a Terminator foi banida do planeta. Somente os EUA ainda permitiram estudos de campo com as sementes genocidas. Mesmo porque, o próprio Departamento de Estado da Agricultura do governo norte-americano e co-proprietário da patente.

APARATO QUÍMICO
Há alguns anos as sementes castradas surgiram novamente, desta vez sob o codinome Traitor e, ao invés de pura e simplesmente não produzirem descendentes, exigem um aparato químico para chegar a brotar. Estas sementes terão o seu suicídio pré programado geneticamente e, para fazê-las germinar serão necessárias aplicações de determinados produtos agroquímicos que irão atuar no sentido de desligar a ‘tendência ao suicídio’.

No caso da Monsanto, a sua semente para germinar irá requerer o uso de um seu agroquímico. No caso da AstraZeneca, suas sementes irão exigir uma exposição regular a seus produtos para que a planta tenha um desenvolvimento normal. A Novartis irá regular quimicamente as distintas etapas do desenvolvimento da planta: germinação, floração, maturação do fruto; e assim por diante.

O comitê interino da Convenção sobre Diversidade Biológica, que estabelece normas internacionais de acesso aos recursos genéticos, renovou no ano passado a moratória internacional da tecnologia “Terminator”.

A moratória foi declarada em 1998, com base no princípio de precaução, que recomenda cautela ante o seu possível impacto na biodiversidade agrícola, na cultura tradicional do produtor rural, de habilidade no cruzamento e melhoramento genético das plantas domesticadas, e no risco de que os “genes da esterilização” possam contaminar plantas silvestres.


Enquanto isso, o projeto que quer submeter a agricultura nacional aos monopólios, tramita na Câmara à revelia da sociedade.

domingo, 1 de dezembro de 2013

STOP MONSANTO - AGRICULTURA DAS TREVAS - Agricultura do POLÍTICO.

 Petrolina - PE a Sangrar. Ainda há quem Comemore pelo Laboratório da MORTE.

Monsanto é a empresa príncipe do mundo na AGRICULTURA DAS TREVAS, espalhando suas demoníacas sementes geneticamente modificadas em campos por toda a terra.

Durante anos, a empresa, sediada em St. Louis ignorou os críticos. Mas, agora, a gigante de biotecnologia está a tentar uma reforma das relações públicas.

Nos últimos meses, a empresa tem abalado sua equipe sênior de relações públicas e, elevou a sua relação com uma das maiores empresas de relações públicas do país que a ajudou a lançar um site criado para combater as falácias em torno de organismos geneticamente modificados
E, o mais importante, ele está reconhecendo que a biotecnologia tem um problema de imagem pública.

Monsanto está absolutamente fascinado e focado em dar tecnologia e ferramentas para os agricultores melhorarem a sua produtividade e rendimento. Robert Fraley, vice -presidente executivo e diretor de tecnologia da empresa, admitiu recentemente.

Estamos fazendo uma visita aos escritórios dos POLÍTICOS e outras revistas da área e outros Doc. como parte do que muitos em relações públicas chamaria de, "ofensiva de charme".

"Há vozes em uma extremidade que não gostam da biotecnologia e há pessoas como eu, por outro lado, que são os defensores e, felizmente, a maioria das pessoas estão no meio", disse Fraley."

Se você conversar com um consumidor médio, a biotecnologia não está na lista das 10 questões de segurança alimentar - Agricultura do POLÍTICO.


Fontes familiarizadas com a empresa tem dado conhecimento ao público das alterações, observando-se que os funcionários-chave no regime anterior da Monsanto eram mais conhecidos por, “manter a cabeça enfiada na areia" e não se envolver em desafios para com a empresa e sua biotecnologia.