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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Comunicação

A comunicação nos relacionamentos é uma ferramenta indispensável para a construção do bem-estar psíquico do indivíduo. Esta peça é condição sine qua non (sem a/o qual não pode ser) para o fortalecimento das necessidades, troca de ideias, ideais, opiniões e ponto de vista; ao mesmo tempo é algo complexo e exige um exercício de paciência, autocontrole e, acima de tudo, uma vontade extrema de construir a relação, a partir de uma perspectiva humanista.

Os indivíduos em sociedade são educados desde cedo sobre o direito de resposta e exposição de ideia antes de atacar compulsivamente o seu próximo. Atuando individualmente ou em pequenos, é essencial a habilidade pessoal para enviar, receber e interpretar as informações com precisão na fidelidade e força da palavra.

Para a compreensão do outro, o homem precisa de ser entendido e de entender os demais. Nos relacionamentos, a comunicação não é transparente (no sentido lato da palavra), pois cada cônjuge interpreta as situações quotidianas, de acordo com as suas experiências pessoais, preconceitos, estereótipos, crenças, desejos e sentimentos.

Quando, por exemplo, um dos cônjuges exprime as suas ideias sobre determinado assunto, o outro (a) mantém uma expectativa: Será que ele (a) vai lembrar que sou importante? Se ele (a) pensa isso, é porque realmente não gosta de mim! Ele (a) deve agir propositadamente para me magoar!

Deste modo, aquilo que o cônjuge contar, a mensagem expressa é somente uma parte da comunicação, pois ela pode ser entendida e recebida pelo outro (a) de maneira diferente. Pode, por vezes, moldar-se um cenário imaginário, antes mesmo de o outro (a) terminar o seu raciocínio. Este processo ocorre, a maior parte das vezes, de forma inconsciente, e o indivíduo sente-se incapaz de controlar tais pensamentos.

Em outras palavras, pode-se dizer que a ansiedade casual antes de qualquer troca expressiva domina as ações, os pensamentos, os ideais e as frases de quem escuta.


40 e volts_in

Nestes meus 40 e volts_in de caminhada, aprendi e continuo aprendendo que um dos mais poderosos exercícios de crescimento interior no meu ponto de vista, consiste em prestar atenção a coisas que fazemos automaticamente – como respirar, piscar os olhos, forma de falar ou reparar nas coisas à nossa volta. Quando faço isso, permito que meu cérebro trabalhe com mais liberdade, sem a interferência de meus desejos. Certos problemas que pareciam-me insolúveis terminaram sendo resolvidos, certas coisas que julgava insuperáveis terminaram se dissipando sem muito esforço.

Sempre que preciso enfrentar uma situação difícil, procuro hoje usar esta “técnica”. Exige sem um pouquinho de disciplina e doe um bocadinho. Contudo, os resultados foram surpreendentes.

domingo, 27 de julho de 2014

Aos corações “ocasos”, nascentes, existentes e os do porvir...

Aos corações “ocasos”, nascentes, existentes e os do porvir...

Ri, e olha de repente,
Para fins de não olhar,
Para onde nas folhas sente,
O som do vento passar.
Tudo é vento e disfarçar.
Quando te tinha diante
Do meu olhar submerso,
Não eras minha amante...
Eras o Universo...
Agora que te não tenho,

És só do teu tamanho.
Confiança é um dilema grande na humanidade hoje em dia, não a dúvida.
Infelizmente não há como saber em quem confiar. Por isso é uma decisão do próprio indivíduo e não podemos ver além da decisão que foi tomada. Em particular, trato como uma porta. Só penso em ver luz, quando abro e atravesso tal porta. Contudo, você acabou me fazendo acreditar. É difícil, porém mais claro que isso que fora dito, até ofusca.

Causalidade

Causalidade

Ação e reação, causa e efeito; lei imutável, um fator constante.
E tudo começa tão simplesmente. Primeiro um impulso, um calor, o coração acelera. Não se entende o porquê. O que é então, qual a razão? A escolha feita.

Em muitas destas já não faz diferença o poder da razão e nada mais importa a não ser o próprio sentimento do desejo que invade, do que se sente e da escolha feita, que geralmente é em favor do meu umbigo. E quantos não se dizem “vítimas” da causalidade.

O sujo e o mal lavado


Volta e meia a gente assiste
Um fazer, com o dedo em riste,
Ao outro acusação.
Mas, depois é revelado
Que é igual ao acusado,
Quem estava acusando,
É como o sujo falando,
Do outro está mal lavado.

Então, para terminar,
Eu deixo uma sugestão:
Quem tiver a intenção
De me acusar,
É mister verificar
O que tem feito de errado.
Para ficar assegurado,
Que não está se portando,
Como o sujo falando,

Do outro está mal lavado.

Sublimemos

Sublimemos amor!
Exaltemos o sentimento do que nos invade,
Passemos nós, as provas, os ardores,
Dos embustes do alheio que misturam-se em solido neste sentimento,
Há tanto mais a ti dizer, há tanto mais que eu poderia escrever,
Mas qual o quê que me faça expressar,
Quando pobreza de linguajem me invade.
É então quando te canto baixinho,
Ao velar-te num afago constante,
E não mais querendo voltar a mim,
Por meu eterno desejo,

De me afogar em ti.


O governo brasileiro faz propaganda de solidariedade a Gaza (Povo Palestino) ao redor do mundo, mas no entanto mantém amplas relações com Israel.

“Brasil é um anão diplomático - Yigal Palmor criticou a postura do governo brasileiro e considerou o país um parceiro irrelevante para Israel”.

Isso que foi dito é uma grande inverdade. E nós, temos sim, parte da responsabilidade pelo que acontece, como temos real possibilidade de influenciar no rumo da história destes povos.
Como segue:

Desde a década de 90 o motor da economia do estado sionista de Israel é o complexo industrial militar – indústria de armas.
70% da produção de armas israelenses são para exportação.
A guerra realmente é um grande negócio para Israel e para a economia do capital. O Brasil, que ocupa militarmente o Haiti (Cometendo crimes também e formando hoje por lá, como citei outrora a mais nova zona EZP do Século XXI) consome armas dos países que violam os “direitos humanos” ao redor do mundo.

Os refugiados palestinos aqui no Brasil, (usados como moedas de troca diplomática) são tradados com puro descaso. O Brasil fortalece a cada dia, acordos comerciais e militares com os países sionistas. Acordos estes significativos para Israel testar seus novos equipamentos contra o povo palestino.

Dentre todas as aquisições de armas militares pelo Brasil, está o “Drone” – veículo aéreo não tripulado, que custa para nossos bolsos, 18 milhões de reais cada um. (Brasil faz parte dos construtores do muro da vergonha) Este tipo de arma, é a mesma que mantem o povo palestino, em uma prisão sem teto, caracterizando um dos maiores crimes de lesa-humanidade em dias atuais.

A mesma empresa fabricante destes tipos de arma, ganhou dois contratos milionários com o Exército brasileiro.
É muito pouca as declarações de solidariedade de “nossos governantes” perto desta atrocidade ao povo palestino não acham?

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Our Common Future - DOC. II


COMISSÃO TÉCNICA NACIONAL DE BIOSSEGURANÇA
EXTRATO DE PARECER TÉCNICO Nº 1.278/2008


- A Syngenta Seeds Ltda. solicita à CTNBio autorização para conduzir liberação planejada no meio ambiente de milho geneticamente modificado tolerante ao glifosato. (Glifosato (Round-up, Glifosato Nortox); Pentaclorofenol; Derivados do Ácido ... A mistura de 2,4 D com 2,4,5 T é o agente laranja. (MOSANTO em PETROLINA)

AGENTE LARANJA – Usado na Guerra do Vietnã, foi produzido com inadequada purificação, apresentando teores elevados de um subproduto cancerígeno da síntese do 2,4,5-T: a dioxina tetraclorodibenzodioxina. (Agente Laranja, cujo uso deixou sequelas terríveis na população daquele país e nos próprios soldados americanos.)

P.S. “A CTNBio, a par da condução de experimentos de liberação planejada no meio ambiente, recomenda que sejam conduzidas avaliações de impacto do evento transgênico na saúde humana e animal, bem como no meio ambiente onde se realiza o experimento, consideradas as características dos ecossistemas.”

- A BASF S.A. solicita à CTNBio parecer técnico para exportar para a Alemanha 1,5 kg de farelo de soja geneticamente modificada tolerante a herbicidas do grupo químico das imidazolinonas, com a finalidade de efetuar análises laboratoriais.


- A Embrapa Soja solicita à CTNBio parecer técnico para exportar para o Japão 3,0 kg de sementes de soja geneticamente modificada do grupo químico das imidazolinonas, para a realização de ensaios de campo com fins de pesquisa pela BASF Agro Ltd., localizada em Tokio, Japão. O envio do material será via serviço de courrier (porta-a-porta). A CIBio da BASF S.A. (CQB 031/97) dará todo suporte necessário durante o envio e recebimento do material. O OGM a ser exportado será enviado em saco duplo de algodão firmemente fechado e receberá identificação nas embalagens interna e externa. O saco de algodão será embalado em caixa claramente identificada com símbolo de risco biológico e com a descrição da amostra.


- Centro de Pesquisa da Du Pont do Brasil S.A - Divisão Pioneer Sementes em Palmas –TO (Toda área destinada ao plantio de OGMs é cercada por pasto) para desenvolver atividades de liberação planejada no meio ambiente, transporte, avaliação do produto, descarte e armazenamento de plantas (Milho (Zea mays L.) e Soja (Glycine max) tolerante a herbicida e resistente a insetos) geneticamente modificadas pertencentes a classe de risco I.  

A área é vigiada 24 horas, inclusive nos finais de semana e feriados, não havendo assim qualquer possibilidade de plantas ou parte delas serem carregadas ou levadas para algum local que possa trazer riscos. As unidades da Pioneer e atividades de campo seguem rigorosamente as normas internas e externas de segurança de acordo com os procedimentos do programa de segurança SHE (Safety, Health and the Environment).

P.S. Em caso de necessidade, o atendimento é realizado no Hospital Geral de Palmas –TO.



Our Common Future - DOC. I


A Resolução CONAMA Nº 001/86 constituiu um marco da política ambiental brasileira, pela instituição da obrigatoriedade de Estudos de Impacto Ambiental (EIA). Os anos 90 podem ser vistos, no Brasil, como um período de institucionalização da questão ambiental, potencializado pela RIO’92, pela criação de novos instrumentos legais, como a Lei de Crimes Ambientais e o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, além da conscientização de vários segmentos da sociedade com apoio da globalização no sistema de informações (Internet, telefonia celular, etc.)

“É importante considerar a experiência internacional em gestão ambiental no processo decisório brasileiro em política ambiental.”
Estudos comparativos de experiências internacionais atestam que os arranjos internacionais e de políticas públicas bem conduzidas em diferentes contextos nacionais guardam um alto grau de semelhança entre si. (“Vale a pena salientar que apenas recentemente foram incluídos os princípios ambientais na Constituição de 1988, considerando o Direito Ambiental como sendo um bem coletivo.”)

Assim não podemos ser diferentes tratando do mesmo objetivo. Pesquisas realizadas pelo Banco Mundial (Como sempre) no final do século passado (um pouco antes da RIO’92) já identificavam cinco considerações chave para determinação dos padrões de gestão estudados, que são de alta relevância também para o Brasil e que, a seguir, são destacados:

- Nível de comprometimento político no trato de problemas ambientais.
- Grau de descentralização da instituição com competência política e administrativa.
- Estilo da tomada de decisões políticas.
- Acesso do público às informações ambientais.
- Papel desempenhado pelos tribunais em conflitos ambientais. (As fotos do doc. Pdf, mostram bem o contrário e segue assim em vários países, incluindo o Brazil.)




O referido estudo conclui que “um sistema de gestão ambiental necessita não apenas de uma estrutura administrativa formal, mas também de ampla aceitação da legitimidade do processo através do qual são tomadas as decisões”.

Num balanço entre as metas alcançadas na RIO’92 e na RIO+10, as duas últimas grandes Conferências Mundiais sobre Meio Ambiente, verificaram-se avanços significativos quanto à abordagem ambiental. Em 1992, o principal documento gerado foi a Agenda-21, que lançou bases importantes para se tratar das questões ambientais, como as da biodiversidade, as das mudanças climáticas e, sobretudo, as do desenvolvimento sustentável.

Em Johanesburgo, a Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e 
Desenvolvimento (RIO+10), também conhecida como Cúpula Mundial sobre Meio Ambiente, discutiu as ações mais voltadas à erradicação da pobreza, à globalização e às questões energéticas: o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo(MDL) e o Protocolo de Kyoto, sobre mudanças climáticas, entre outros, OGM (Organismo Geneticamente Modificados)

segunda-feira, 31 de março de 2014

Nestlé Waters World


A Nestlé Waters anunciou a aquisição da fonte de água mineral Vale do Sol e de seus ativos, localizados no município de Silva Jardim, na Região dos Lagos (RJ).
Este projeto engloba um investimento total de R$ 117 milhões, que vai garantir a sustentabilidade e o crescimento do negócio de águas da Nestlé no mercado brasileiro, principalmente no estado do Rio de Janeiro, onde a companhia já possui a Água Mineral Petrópolis.

"Esta aquisição vai possibilitar a consolidação da nossa posição de líder no Rio de Janeiro, em grandes redes de supermercado, com participação de 30%, e acelerar o crescimento em um dos principais polos para o mercado de águas no Brasil"

As águas turvas da Nestlé: Se a grande imprensa brasileira, misteriosa e sistematicamente, vem ignorando o caso, o mesmo não ocorre na Europa, onde o assunto foi publicado em jornais de vários países, além de duas matérias de meia hora na televisão.

Há alguns anos, a Nestlé vem utilizando os poços de água mineral de São Lourenço para fabricar a água marca PureLife. Diversas organizações da cidade vêm combatendo a prática, por muitas razões. As águas minerais, de propriedades medicinais e baixo custo, eram um eficiente e barato tratamento médico para diversas doenças, que entrou em desuso, a partir dos anos 50, pela maciça campanha dos laboratórios farmacêuticos para vender suas fórmulas químicas através dos médicos. Mas o poder dessas águas permanece. Médicos da região, por exemplo, curam a anemia das crianças de baixa renda apenas com água ferruginosa. Estes Crimes da Nestlé são acobertados por autoridades e imprensa brasileira.

Para fabricar a PureLife, a Nestlé, (não só encontrado na PureLife e não só Nestlé) sem estudos sérios de riscos à saúde, desmineraliza a água e acrescenta sais minerais de sua patente. A desmineralização de água é proibida pela Constituição.

Cientistas europeus afirmam que nesse processo a Nestlé desestabiliza a água e acrescenta sais minerais para fechar a reação. Em outras palavras, a PureLife é uma água química. A Nestlé está faturando em cima de um bem comum, a água, além de o estar esgotando, por não obedecer às normas de restrição de impacto ambiental, expondo a saúde da população a riscos desconhecidos. O ritmo de bombeamento da Nestlé está acima do permitido. A Nestlé Waters tem 75 marcas de água espalhadas pelo mundo todo.

Apesar de o número de empresas de grande porte ser bastante reduzido no mercado de águas minerais, destacam-se no cenário nacional três grupos com plantas espalhadas por diversos estados brasileiros. São eles:

- Grupo Edson Queiroz, que através das marcas Indaiá e Minalba mantém a liderança do mercado brasileiro, com mais de 20 fontes distribuídas em 15 estados, entre eles Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe e São Paulo.

 - Grupo Primo Schincariol, com plantas em São Paulo, Maranhão, Bahia, Rio de Janeiro, Goiás e Pernambuco.

 - Nestlé Waters Brasil, com plantas em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
Nestlé Waters, maior grupo de envase de água do mundo, responsável por oito marcas na Itália, 10 na França e oito nos Estados Unidos, passou a dedicar seus investimentos no Brasil em 1999, na água Pure Life, uma água adicionada de sais, fato que gerou uma importante inovação no mercado interno com aparecimento dessa nova proposta. Essa empresa plurinacional iniciou suas captações através da compra do grupo francês Perrier, maior acionista do Parque de Águas de São Lourenço. Responsável pelo envase da água Petrópolis no estado do Rio de Janeiro, no final de 2007 adquiriu os direitos minerários de ASB Bebidas e Alimentos Ltda. no município de Águas de Santa Bárbara (SP), onde envasa a marca Pureza Vital, com a qual pretende aumentar a sua participação no mercado brasileiro. A Nestlé Waters do Brasil, utilizando um total de quatro poços, participou em 2008 com 1,62% do mercado brasileiro.

 O Grupo Danone, empresa francesa com sede em Paris, está presente no Brasil na área de alimentos com o iogurte Danone desde 1970, mas só no final de 2008 iniciou investimentos em água mineral. Apesar de não possuir direitos minerários em território brasileiro, investiu na empresa Icoara Ind. e Com. de Águas S.A., instalada em Jacutinga (MG), e desde agosto de 2009 é responsável pelo envase da água mineral Bonafont, em embalagens de 500, 1.500 e 5.000 ml. Essa água, proveniente de apenas uma fonte, vem sendo distribuída em cidades da região do sul de Minas Gerais e do estado de São Paulo. Por ter iniciado sua produção em 2009, não consta ainda nas estatísticas brasileiras de água mineral.

O mercado brasileiro de águas envasadas difere do mercado internacional europeu e norte-americano por dois motivos:
1) As águas envasadas no Brasil, em quase sua totalidade, são águas classificadas como minerais (89,8%)5 e potáveis de mesa (10,2%).
2) Os grandes grupos empresariais transnacionais, como Nestlé Waters, Danone, Coca-Cola Company e Pepsico, que somados controlam mais de 50% do mercado de água envasada no mundo, aqui no Brasil participam com apenas 4,14%.

Dessa forma, enquanto que em nível internacional gigantes da indústria de alimentos (como a Nestlé e a Danone) são detentoras das marcas mais vendidas de água envasada em diversos países dos cinco continentes, no Brasil o mercado continua pulverizado, com inúmeras micro, pequenas e médias empresas nacionais.

É certo que, com a aquisição pela Nestlé Waters Brasil da água Santa Bárbara (SP) e com os investimentos e o início da produção da água Bonafont da Danone - agosto de 2009, em Jacutinga (MG) -, o mercado de água mineral envasada no Brasil deverá, a partir de 2010, sofrer alterações significativas; e o capital estrangeiro, que até 2008 mantinha uma participação ainda tímida no mercado brasileiro, hoje, tem o Monopólio da água no Brazil e no Planeta.

domingo, 30 de março de 2014

A "morfeia" tecnológica.


Você sabe o que é Doença de Morgellons?

Muitas pessoas ao redor do mundo estão relatando sintomas que vão de feridas na pele até a sensação terrível de coceira, como se um inseto estivesse andando sob a pele. Mas o mais chocante, é que estes pacientes tiram uma espécie de filamento desconhecido das feridas.

O incrível é que para a medicina esta doença simplesmente não existe, apesar dos milhares de casos ao redor do mundo.

Morgellons (também conhecido como doença ou síndrome de Morgellons), é um nome dado por Mary Leitão, após uma condição proposta pela Centers for Disease Control and Prevention Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) como dermopatia inexplicável, caracterizada por uma variedade de sintomas na pele, como formigamento, mordeduras e sensações de ferrões.

A síndrome parece estar mais concentrada no ocidente, com predominância nos EUA e Europa. Estima-se que a Síndrome de Morgellons já tenha atingido mais de 60 mil pessoas nos EUA, e 40 mil na Europa. Em 2012, somente nos Estados Unidos, foram registrados mais de 5 milhões de casos de consultas a clínicas com esse problema. Ela parece afetar mais mulheres do que homens e não é contagiosa.

Como não existe estatísticas confiáveis, não se sabe se mata, mas existe casos de invalidez registrados.

Sintomas:
- Feridas na pele que não saram, acompanhadas de dores e prurido intenso

- Uma coceira terrível e uma sensação de rastejamento sobre a pele

- Fadiga intensa, dor nas juntas e nos músculos

- O mais incrível, filamentos coloridos que saem da ferida. Estes filamentos são tão poderosos que podem perfurar o cabelo e até a unha dos doentes.



Explicações sobre o que poderia estar provocando a doença:
- Silício: isto mesmo, a toxicidade da silício presente encontrado em substâncias químicas, através de pulverizações realizadas em campos agrícolas por todo o mundo.

- Alimentos transgênicos: Alguns supõem que os fios se devem a mutações causadas por alimentos que contêm organismos modificados geneticamente.



- Nanotecnologia + Chemtrails. Poderia ser uma estrutura criada pela nanotecnologia que deu errado, muito errado e que está sendo Pulverizadas pelos chemtrails.

Esta síndrome ainda não é reconhecida pela medicina, sendo que muitos pacientes quando procuram um médico que nunca realizou algum estudo sobre o assunto, acha que ele (Pact.) está louco. É como chegar e dizer que está vendo fantasmas, ninguém leva a sério.



Felizmente hoje, existem alguns institutos e universidades que estão começando a estudar o assunto com o devido rigor científico em busca de respostas e de tratamento, como: Morgellons Research Group, Center for Health Sciense da Universidade de Oklahoma, CARNICOM INSTITUTE: Research for the Benefit of Humanity.

sábado, 29 de março de 2014

STOP MONSANTO


Boa Noite!
Há esperança! Há vozes no deserto...
Mais uma pequena grande vitória.

Tribunal brasileiro diz não a Bayer e seu Milho Geneticamente Modificado (OGM)

A Bayer (Grupo Monsanto) é uma empresa multinacional com interesses na divulgação de seus produtos, como o milho Liberty, em numerosos mercados agrícolas. Em ação legal, o Brasil para com a produção e que vinha em grande escala. A decisão do Tribunal Federal foi feita com base em estudos insuficientes que foram conduzidos para avaliar o risco da cultura de OGM da Bayer em nossos campos agrícolas.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Quando as "Finanças" se "conectam" a "Natureza"


“Podemos utilizar a nossa imaginação e criatividade para criar algo belo e sustentável ou podemo-nos destruir a nós mesmos com estupidez e ambição. E essa será a nossa escolha. Pois, ainda há quem diga que tudo isto é obra da natureza, pobre Deus!”

18 de dezembro de 2013
Certo dia, disse a alguns, que o clima já é comercializado na bolsa (catastrophe bonds) e que as próximas monções d`água nos Estados da Nação, serão trágicas. Isso, já acontece! Não vão ver só cães, gatos e ratos a nadar. Comunidades ribeirinhas se perderão. (Chamaram-me tolo) Em tempo, ainda há em determinados estados da nação, quem nunca foi a uma aula de geoengenharia nestes estados, e andam com ricos trajes, dizem-se secretários de governos e gestores de meio ambiente sendo chamados de doutos pela idiotocracia que os aplaude. Principalmente onde, aprendeu-se só agora a fazer computadores. Oh PE dá cá o pé!

Um pequeno grupo de proeminentes cientistas realizaram três jantares privados num restaurante em São Francisco em Dezembro de 2008. Na mesma altura, Barack Obama prometia que, caso ganhasse o melhor dos assentos na Branca, iria desenvolver ações federais para a geoengenharia.

São muito diversas as motivações que estão a juntar cientistas e também políticos e empreendedores em torno deste objetivo ambicioso. Alguns são falcões climáticos que proibiriam de imediato a queima de carvão se existisse outra forma de manter as luzes ligadas. Outros pretendem diminuir o impacto das alterações climáticos nos países pobres. E outros ainda pretendem ganhar uns trocos com o assunto.

Um pensador reconhecido neste campo é Lowell Wood, um especialista em armas nucleares, reformado, e avaliador de ameaças no Lawrence Livermore National Laboratory. Em 2007, mudou-e para Seattle para se juntar à Intellectual Ventures, a reconhecida start-up de tecnologia liderada pelo antigo Chief Technology Officer da Microsoft, Nathan Myhrvold. Antes de ser dada a conhecer – a geoengenharia em 2006, altura em que Godell iniciou o seu livro – já atraia a séria atenção de vários iluminados tanto do sector público como do privado.

E muitas ideias sobre a geoengenharia começaram a atrair igualmente as atenções dos media populares. Godell, que é um dos editores da Rolling Stone, conseguiu resistir à tentação de escrever sobre estas, concentrando-se, ao invés, em ideias que estão a começar a atrair dólares para investigação. Existe aquilo que Wood chama de “dopar a estratosfera” e que consiste nas toneladas de partículas de aerossóis que os governos lançam nos céus. Estas refletem a luz solar (e explicam por que motivo as erupções vulcânicas tendem a arrefecer o cima durante alguns meses ou anos). Uma noção similar, apelidada de “desanuviar as nuvens” poderia bombear ínfimas gotículas de água para o ar para amortecer a refletividade das nuvens sobre os oceanos.

O falhanço de uma start-up interessada em fertilizar os oceanos com ferro irritou muitos daqueles que pretendiam utilizar a geoengenharia nos mares imensos. O plano consistia em adicionar partículas de ferro às partes do oceano pobres em nutrientes, onde deveriam estimular o crescimento de plâncton e extrair o dióxido de carbono da cadeia alimentar oceânica e fazer uso dos sedimentos.

Que autoridades poderiam regular qualquer uma destas ações, e como, ninguém se atreve a adivinhar e é por isso que neste momento a ciência da geoengenharia se debate, para além do seu carácter ainda especulativo, com questões diplomáticas e legais.

A ação climática em Washington está a ser protelada, em grande parte devido aos medos legítimos, tanto para as empresas como para os consumidores, do aumento do preço da energia.
Bem, na verdade, muitos ambientalistas. Estes temem que a geoengenharia possa deixar muitos poluidores fora de controlo e exacerbar o problema subjacente, que consiste numa desestabilização atmosférica mais dramática do que qualquer outra na história geológica recente.

“Podemos utilizar a nossa imaginação e criatividade para criar algo belo e sustentável ou podemo-nos destruir a nós mesmos com estupidez e ambição. E essa será a nossa escolha. Pois, ainda há quem diga que tudo isto é obra da natureza, pobre Deus!”

terça-feira, 18 de março de 2014

Deixemos de Hipocrisia


Em 29 de março de 2004, a Bulgária, Estónia, Letónia, Lituânia, Roménia, Eslováquia e Eslovénia tornaram-se formalmente membros da NATO. Contrariando todos (Doorstep folks) em Rússia. Estavam pedindo isso, muitos previram a ascensão de Putin e esses eventos, aproveitaram a queda da União Soviética e empurraram a NATO para as “Borders” dos russos. Desde então, Ucrânia é quintal da Rússia e sempre tem sido Russo durante séculos. Imagine se a Rússia financia-se protestos para derrubar o governador do Texas, ou no Canadá ou México? Vamos lá gente, o que está realmente acontecendo é. Alguns dos manifestantes ucranianos são ultra- nacionalistas de direita antissemitas. Washington e a UE estava apoiando o financiamento de um golpe (pagando parte dos protestos) contra o ucraniano presidente democraticamente eleito, que originalmente financiaram um golpe para o colocar no poder em 2004. Os EUA tem sido sustentador de ditadores e depois levá-los a baixo para seus próprios ganhos por décadas. A Ucrânia é apenas mais um passo estratégico para os EUA, assim como a mudança de regime na Síria e Venezuela esses países são peões! Deixemos de HIPOCRISÍA.

Faz-me recordar o 11 de setembro - Tudo isso foi e tem sido, dia após dia relatado na comunicação social como uma “demonstração da razão que nos assiste”, um “triunfo das ideias”, do Mal sobre o Bem, acompanhado de um coro de editorialistas, e dos habituais colunistas frívolos, a exigir a retratação dos que se atrevem a desafiar a propaganda. Na verdade, nenhum dos diretamente implicados no ataque de 11 de setembro era afegão; na sua maioria, eram sauditas, treinados em França, Alemanha e EUA, e nenhum foi conduzido à justiça; no entanto, milhões de pessoas inocentes, habitantes de insignificantes aldeias poeirentas, foram sujeitas à pena capital, sem direito a julgamento, à maneira do Texas, e muitas mais serão estropiadas ao longo dos anos por dezenas de milhares de bombas de fragmentação não detonadas. Que os camponeses afegãos tenham o mesmo direito à vida que os nova-iorquinos, ingleses, franceses é proibido mencionar – um sacrilégio. Por outras palavras, certas vidas humanas têm mais valor do que outras, e só a matança de um determinado conjunto de civis é considerada crime. Os terroristas de Bin Laden e os de Bush, são os mesmos de al-Assad e Obama, sustentam-se ambos em velhas mentiras. A “Operação Ciclone” da CIA treinou e armou 35 000 zelotas que se transformaram nos “Terroristas”.

O governo da primeira-ministra Margaret Thatcher apoio a jihad (financiada pelos americanos) com maior entusiasmo”. O custo para o “contribuinte americano” foi de 4 mil milhões de dólares.
Não foi crime assassinar para cima de meio milhão de camponeses com bombas largadas secreta e ilegalmente no Camboja, acendendo o rastilho de um holocausto asiático. Não foi crime Clinton, Bush, Blair e os seus antecessores conservadores haverem causado a morte no Iraque de “mais gente do que foi morta por todas as armas de destruição maciça da História. Utilizando seções das imprensas americana e britânica como “condutas”, os serviços secretos americanos e suas coligações europeias construíram aquilo que a CIA chamou, na Indochina, uma “ilusão mestra”. Era essa a verdadeira ameaça das “armas de destruição maciça” iraquianas.

Em Washington, a “Junta do Petróleo e do Gás” é cada vez mais influenciada pela comissão de Política de Defesa, o grupo reúne a extrema-direita da política americana, sendo responsável pela inspiração por trás da “guerra ao terrorismo”, em especial do conceito de “guerra total”.
“… Esta conversa toda a cerca de irmos primeiro tratar do Afeganistão, depois, do Iraque, em seguida olharmos em volta e vermos em que pé estão as coisas. Está é a maneira mais errada de fazer as coisas… se deixarmos a nossa visão do mundo ir para frente, se nos dedicarmos totalmente a ela, e se deixarmos de nos preocupar em praticar diplomacia elegante, mas simplesmente desencadearmos uma guerra total… daqui a uns anos os nossos filhos cantarão hinos em nosso louvor.” – Richard Perle, especialista em planeamento da Administração Reagan durante a Guerra Fria.

"Critics point to the Russian "occupation" of Crimea as evidence that no fair vote could have taken place. Where were these people when an election held in an Iraq occupied by U.S. troops was called a "triumph of democracy"?

Perhaps the U.S. officials who supported the unconstitutional overthrow of Ukraine's government should refocus their energies on learning our own Constitution, which does not allow the U.S. government to overthrow governments overseas or send a billion dollars to bail out Ukraine and its international creditors." - Ron Paul (Ronald Ernest Paul é um médico e político estadunidense, ex-membro da Câmara dos Representantes do Congresso dos Estados Unidos da América. Ron Paul foi candidato à presidência dos Estados Unidos em 1988, 2008 e 2012.)

sexta-feira, 14 de março de 2014

Ergo sum


"O erro de Descartes": ergo sum. Em vez da plenitude da razão, abre-se espaço para a ética das emoções. O “Penso, logo existo”, que até então era pedra fundamental para o pensamento racional, de repente, tornou-se erro.

As pessoas tomam decisões e nem sempre são pautadas somente pela racionalidade ou pela razão. O que pensar de um indivíduo capaz de atentar contra a vida de outro e dizer “foi por amor”? É possível que muitos digam “Ele (ou ela) não pensou no que estava fazendo”. Seria a razão a responsável pela tomada de decisão e o fator determinante para as consequências esperadas ou rejeitadas.

Uma justificativa para grandes crimes, sem a necessidade de individualizar um ou outro, é a defesa alegar que o réu não estava no domínio de sua razão, o que teria prejudicado sua tomada de decisão e o levado a cometer este ou aquele crime.

Nossa vida comum e cidadã é frequentemente afetada por esse discurso, já que se desvinculam a emoção e o sentimento da razão. São promovidos determinados comportamentos em detrimento de outros, assim como se justificam atos pela presença ou falta da razão.

São notícias, comentários, por vezes uma justificativa para um comportamento que consideramos inadequado e lá se vai mais uma culpa para as emoções e mais um ponto para a razão. Expressão da chamada postura cartesiana – alcança o homem e o reduz.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Standard & Poor`s no Brazil


Em tempo, observado percurso da standard & poor`s no Brazil. – Pauta: Brasil vai ou não ‘cumprir suas obrigações fiscais’, se o ‘governo é ou não confiável’, ‘se a política econômica está ou não no caminho certo.’ - Sendo uma agência de risco, desembarca seu focinho tecnocrático para vasculhar até que ponto as contas do governo garantem o pagamento de juros aos rentistas da dívida pública. A semelhança com as missões do FMI, ou os atuais comitês interventores da Troika, na Europa, não é coincidência. O espírito é o mesmo.

Recordatório - Em 2011 um ‘alerta’, a S&P mais uma vez adotou um peso político relevante em suas avaliações ao colocar a nota de 15 países da Zona do Euro, que inclui as economias mais forte do bloco, como Alemanha e França, na lista de observação negativa. Tal comunicado foi de certo modo, um aviso aso políticos sobre alterações no ‘tratado’ do grupo e uma maior integração fiscal. (O capital pode ser volátil; as políticas fiscais, não.) incluído sanções a países que não cumprirem com as metas estabelecidas.

Este ‘alerta’, semelhante ao que ocorreu com os EUA, (No início de 2013, o Departamento de Justiça norte-americano abriu um processo por fraude contra ela. Foi o primeiro grande processo contra uma agência de risco por sua cumplicidade com as práticas de mercado que resultaram na explosão da bolha imobiliário nos EUA, em 2008, e que acionaria o gatilho da maior crise mundial do capitalismo desde 1929.) as classificações as S&P parecem muito mais uma posição contrária a quaisquer tentativas de reversão da crise do que um alerta concreto a seus ‘clientes’. Os governos não aceitaram bem o anúncio, sendo que o ministro de relações exteriores da França, considerou a atitude como uma ameaça.

Os interesses que movem os ternos negros em todo o mundo são os mesmos. A mídia isenta não concebe a hipótese de a ‘S&P’ decepcionar.
Governo espera trégua da Standard & Poor's - Ministério da Fazenda
https://www1.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?...
... Poor's. Valor Econômico - 12/03/2014 ... Com a reação, acredita-se que a S&P dará uma trégua ao país até para ver se a meta fiscal vai ser mesmo cumprida.



Hoje, depois da última reunião com ‘empresários’ a S&P não pronunciou nenhum relatório sobre o que se tenha discutido. Até então a mídia não pronunciou-se sobre tal. Porém, já é sabido que: Para melhorar as contas fiscais, o governo atrasou neste início de ano os pagamentos às empresas que constroem as habitações destinadas às famílias de renda mais baixa inscritas no Minha Casa, Minha Vida, o principal programa da presidente Dilma Rousseff. No mesmo mês em que recebe a visita da agência de classificação de risco Standard & Poor\'s, que colocou a nota do País em xeque pela desconfiança em relação às contas públicas, a equipe econômica tem recorrido ao mesmo artifício que usou para fechar as contas do ano passado: segurar os repasses feitos aos bancos oficiais do dinheiro destinado a pagar as construtoras de acordo com a execução das obras.

O apetite do capital rentista utiliza regularmente a matilha carimbadora de ‘ratings’ para devolver governos e nações à disciplina dos bons supridores de juros ao capital financeiro. (Aluno Modelo da América Latia) Não importa a que custo para a sociedade.



Recorda-me Saramago – “Se começássemos a dizer claramente que a democracia é uma piada, um engano, uma fachada, uma falácia e uma mentira, talvez pudéssemos nos entender melhor.”

segunda-feira, 10 de março de 2014

A "nossa" estória(História) da Craição


Em tempo, ao receber um e-m@il com o assunto: Todo mundo explica e a menina dança! Vide anexo. (Vídeo - Marcelo Gleiser - A nossa história da criação -Fronteiras do Pensamento)
Respondi acrescentando no campo assunto – “Vamos dançar juntos; digo, vamos pensar juntos?!”

“O progresso não conhece obstáculos, os artigos de fé equivaleram a estagnações isoladas. Se conseguiram satisfazer à Humanidade em um período mais ou menos remoto da sua evolução, caducaram desde que o laboratório obscureceu a sacristia.”

Em tempo, a Ciência desvendou ao espírito humano as perspectivas inconcebíveis do Infinito, com apenas um telescópio descobriu a grandeza do Universo, e os novos conhecimentos cosmogônicos demandaram outra concepção do Criador. Desvendando, paulatinamente, as sublimes grandiosidades da natureza invisível, a Ciência embriagou-se com a beleza de tão lindos mistérios e estabeleceu o caminho positivo para encontrar Deus, como descobrira o mundo microbiano, ao preço de acuradas perquirições. É que a Divindade das religiões vigentes era defeituosa e deformada pelos seus atributos exclusivamente humanos; as Igrejas estavam acorrentadas ao dogmatismo e escravizadas aos interesses do mundo.

Porém, no tocante às coisas evidentes, a opinião dos sábios é justamente diga de fé, porque eles as conhecem mais e melhor que o vulgo. Mas no tocante a princípios novos, as coisas “desconhecidas”, a sua maneira de ver não é mais do que hipotética, porque eles não são mais livres de preconceitos que os outros. (Na ausência dos factos, a dúvida é a opinião do homem prudente) Consultarei, portanto, de bom grado e com “absoluta confiança”, um químico sobre um questão de análise, um físico sobre a força elétrica; um mecânico sobre a força motriz; mas eles me permitirão, sem que isto afete a estima que lhes devo por sua especialização, que não tenha em menor conta a sua opinião negativa sobre o PIE (PIE = Principio Inteligente por Excelência = Cristo) do que a de um arquiteto sobre questões de música. Disse o Mestre - “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vai ao Pai senão por mim.” Jo, 14:6”

Por que digo isto? - Em tempo, na Pérsia o primeiro Zoroastro, três milênios antes do divino, já o anunciava a seus discípulos dizendo:

- “Oh! Vós, meus filhos, que já estais avisados do Seu nascimento antes que qualquer outro povo; assim que virdes a estrela, tomai-a por guia e ela vos conduzirá ao lugar onde Ele – o Redentor – nasceu. Adorai-O e ofertai-Lhe presentes, porque Ele é a Palavra – O Verbo – que formou os céus.” (NT. Elena P. Blavatskaya – Liv. Ísis sem Véu)

Rezam as tradições do mundo, que na direção de todos os fenômenos do nosso sistema existe uma Comunidade de Puros e Eleitos pelo Senhor Supremo do Universo, em cujas mãos se conservam as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades planetárias. Essa Comunidade de seres angélicos e perfeitos, da qual é Jesus Cristo um dos membros divinos, ao que nos foi dado saber. (“Deus, por Jesus Cristo, criou todas as coisas.” – Paulo, em sua epístola aos Efésios, 3:9,)

Não é de meu propósito trazer à consideração dos estudiosos uma nova teoria da formação do mundo. A Ciência de todos os séculos está cheia de apóstolos e missionários. Todos eles foram inspirados ao seu tempo, refletindo a claridade das Alturas, que as experiências do Infinito lhes imprimiram na memória, e exteriorizando os defeitos e concepções da época em que viveram, na feição humana de sua personalidade.
Inspirados do PIE nos penosos esforços da verdadeira civilização, as suas ideias e trabalhos merecem o respeito de todas as gerações da Terra, ainda que as novas expressões evolutivas do plano cultural das sociedades mundanas tenham sido obrigadas a proscrever as suas teorias e antigas fórmulas.

Que força sobre-humana pôde manter o equilíbrio da nebulosa terrestre, destacada do núcleo central do sistema, conferindo-lhe um conjunto de leis matemáticas, dentro das quais se iam manifestar todos os fenômenos inteligentes e harmônicos de sua vida, por milênios de milênios?

“Humanidade, Humanidade! Não mergulhes mais o teu sombrio olhar nas profundezas da Terra, discorrendo erros. Chora, espera, expia e refugia-te no pensamento de um Deus infinitamente bom, absolutamente poderoso e essencialmente justo.” – Platão. (Nunca fui condenado pelo que eu fiz)

“Distando do Sol cerca de 149.600.000 quilômetros e deslocando-se no espaço com a velocidade diária de 2.500.000 quilômetros, em torno do grande astro do dia, imaginemos a sua composição nos primeiros tempos de existência, como planeta. Laboratório de matérias ignescentes, o conflito das forças telúricas e das energias físico-químicas opera as grandiosas construções do teatro da vida, no imenso cadinho onde a temperatura se eleva, por vezes, a 2.000 graus de calor, como se a matéria colocada num forno, incandescente, estivesse sendo submetida aos mais diversos ensaios, para examinar-se a sua qualidade e possibilidades na edificação da nova escola dos seres. As descargas elétricas, em proporções jamais vistas da Humanidade, despertam estranhas comoções no grande organismo planetário, cuja formação se processa nas oficinas do Infinito. Na grande oficina surge, então, a diferenciação da matéria ponderável, dando origem ao hidrogênio. As vastidões atmosféricas são amplo repositório de energias elétricas e de vapores que trabalham as substâncias torturadas no orbe terrestre. O frio dos espaços atua, porém, sobre esse laboratório de energias incandescentes e a condensação dos metais verifica-se com a leve formação da crosta solidificada. É o primeiro descanso das tumultuosas comoções geológicas do globo. Formam-se os primitivos oceanos, onde a água tépida sofre pressão difícil de descrever-se. A atmosfera está carregada de vapores aquosos e as grandes tempestades varrem, em todas as direções, a superfície do planeta, mas sobre a Terra o caos fica dominado como por encanto. As paisagens aclaram-se, fixando a luz solar que se projeta nesse novo teatro de evolução e vida. As mãos de Jesus haviam descansado, após o longo período de confusão dos elementos físicos da organização planetária.” (Trecho do Liv. – In Semita Quod Lux)

O Divino Escultor! Sim, Ele havia vencido todos os pavores das energias desencadeadas; com as suas legiões de trabalhadores divinos, lançou o escopro da sua misericórdia sobre o bloco de matéria informe, que a Sabedoria do Pai deslocara do Sol para as suas mãos augustas e compassivas. Operou a escultura geológica do orbe terreno, talhando a escola abençoada e grandiosa, na qual o seu coração haveria de expandir-se em amor, claridade e justiça. (Por isso, A Paixão!) Com os seus exércitos de trabalhadores devotados, estatuiu os regulamentos dos fenômenos físicos da Terra, organizando lhes o equilíbrio futuro na base dos corpos simples de matéria, cuja unidade substancial os espectroscópios terrenos puderam identificar por toda a parte no universo galáctico. Organizou o cenário da vida, criando, sob as vistas de Deus, o indispensável à existência dos seres do porvir. (Por Cristo, Com Cristo, Em Cristo)
Daí a algum tempo, na crosta solidificada do planeta, como no fundo dos oceanos, podia-se observar a existência de um elemento viscoso que cobria toda a Terra. Estavam dados os primeiros passos no caminho da vida organizada. Com essa massa gelatinosa, nascia no orbe o protoplasma e, com ele, lançara Jesus à superfície do mundo o germe sagrado.

Sem o Verbo não há essa criação, porque ela, não se concretizando na forma, é como se não existisse; permaneceria como pensamento divino irrevelado, no campo da existência abstrata. (E João Evangelista muito bem esclareceu: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus.” Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele, nada do que foi feito se fez. – Jo, 1:3)
Ora, para a criação da Terra o Verbo foi e é o Cristo. (Por isso é que o Mestre disse: - “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vai ao Pai senão por mim.” Jo, 14:6)



Assim, pois, formam-se os mundos, seres e coisas, tudo pela força do Verbo, que traduz o pensamento criador, segundo as leis que esse mesmo pensamento encerra. Se sei do que digo!

Contudo, meus melhores cumprimentos e um fraternal abraço,
Ilídio Lima, por ‘Douta Ignorância’.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Dos três tipos de indiferença


O psicanalista e filósofo Jurandir Freire Costa fala de três tipos de indiferença na nossa sociedade. O primeiro é o das classes dirigentes e das elites em relação aos pobres, que são vistos como "coisas", não como pessoas. Quem não foi reconhecido como cidadão também passa a não reconhecer o valor do outro. A explosão da violência urbana é o resultado do segundo tipo de indiferença: a dos excluídos em relação às elites.

A vida dos privilegiados deixa de ser vista como algo importante por aqueles que estão à margem da sociedade. E assim, pode-se matar para conseguir um brinco, por exemplo.



O terceiro tipo de indiferença apontada por Jurandir Freire Costa é o das elites em relação a elas mesmas. Enquanto o caos toma conta das cidades, multiplica-se o consumo de tranquilizantes, antidepressivos e drogas, como o álcool.
“Por exemplo, se alguém se sente um pouco mais gordo, se falta desejo pelo companheiro ou pela companheira, se alguém perdeu uma pessoa querida e está triste, rapidamente é medicado. A pílula vai resolver o seu problema. E com isso, se plastifica o afeto das pessoas”.

Ou seja, diante de uma sociedade que parece desabar, a única coisa a fazer é salvar a si mesmo. Na falta de um projeto coletivo, a busca pelo sucesso individual, pelo bem-estar e realização pessoal, se torna cada vez mais importante. Da mesma forma, o horror ao fracasso.
O que choca hoje não é tanto a quantidade de crimes e escândalos políticos que vemos todos os dias nos jornais, mas a absoluta indiferença com que reagimos a tudo isso.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Slow Down.


Take it easy  And I never get tired of saying.

Frequentemente nos sentimos tão distantes de casa, do amor, das respostas, dos “amanhãs” que secretamente esperamos. Nos sentimos tão longe da vida…

Mas a vida nunca está realmente longe. A vida nunca pode estar à distância. A vida está sempre aqui, onde nós estamos, e somos inseparáveis do seu brilhante esplendor de luz e sombra.

Não há urgência. O verão não corre em direção ao outono. Uma pequena folha de grama não está tentando crescer mais rápido do que a sua vizinha. Os planetas giram lentamente em suas órbitas. Este universo antigo não tem pressa.

Mas a mente, sentindo-se tão dividida da totalidade, quer respostas agora, querer soluções hoje, querer saber tão desesperadamente. Quer alcançar suas preciosas conclusões. E, no fim, quer estar no controle das coisas.

Mas você não é a mente. A mente é um aspecto do todo, mas não consegue capturar o todo…

Então desacelere, amigo. Faça uma profunda e consciente inspiração. Confie no lugar que você está, no lugar do “ainda sem respostas”, o precioso lugar de não saber. Este lugar é sagrado, porque é 100% vida. Está repleto de vida, saturada com a vida, transbordando vida.

Não tente se apressar para a próxima cena do filme de “mim”. Esteja aqui, nesta cena, Agora, a única cena que existe.

Agora é o lugar onde as perguntas descansam e as respostas crescem, nos seus próprios tempos…

Jeff Foster, Slow Down.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Vítimas do Facebook


“Is in education! Everything what are you doing or what you use, makes you an Utente = User.”

Commend!

"O comportamento das pessoas parece ser mais artificial, forçado, imitado e supérfluo, em troca de maior notoriedade ou aceitação. Isso é evidente nas redes sociais mas também em convívios entre amigos e colegas. O fundamental é saber a senha do “wi-fi”, estar online, mostrar actividade e mostrar-se a quem está num outro ecrã, mesmo que tenha pessoas sentadas ali mesmo." Eduquemo-nos!

“O mundo hoje é um lugar diferente daquele em que muitos de nós crescemos. A nossa experiência do mundo parece ser estranha. As pessoas fazem coisas inconvenientes. As antigas ‘regras’ não se aplicam, e ‘estamos’ muito confusos. Estamos passando por uma época de muita transformação, que só se compara a meados do século XVI. Todos estamos conectados. Todos fazem coisas que nos afetam. Temos um efeito em pessoas que nem sequer conhecemos, em lugares distantes no mudo todo. Então é importante que todos nós percebamos que, o que eu faço aqui afeta você lá, porque não existe lá, só existe aqui.”
Dr. M. Ferdeman – Educador e especialista em mídia.


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Químicos nos Alimetos


Produtos químicos conhecidos por serem tóxicos, tais como formaldeído, uma substância que causa câncer, são legalmente utilizado nestes materiais. O formaldeído é amplamente presente, ainda que em níveis baixos, em plástico refrigerantes garrafas e louças melamina (plásticas) '

Estudos têm demonstrado que todos nós temos traços destes produtos químicos em nosso organismo. Isso significa que não é possível realizar um estudo comparando as pessoas que tenham sido expostos a eles com as pessoas que não têm.

Mas, uma avaliação de base populacional é uma necessidade urgente, bem como bio monitoramento para estabelecer quaisquer ligações potenciais entre os produtos químicos de contato com alimentos e as condições crônicas, como câncer, obesidade, diabetes e doenças neurológicas e inflamatórias, particularmente, dado o conhecido papel de poluentes ambientais.

"Como a maioria dos alimentos são embalados, e toda a população é susceptível de ser exposta, é de extrema importância que as lacunas no conhecimento sejam preenchidas rapidamente e de forma confiável".

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Arquétipos dos Opostos (O lado escuro de Eros)


Há um jogo de forças dentro de cada um de nós que dominamos ou somos dominados por elas. É daí que proliferam os conceitos patológicos na busca intensa da razão em dar nomes às diferentes intensidades e modos de ser dessas forças.

Carl Gustav Jung (1875-1961) apropriando-se da teoria de Platão (nunca fui condenado pelo que eu fiz) denominou essas forças de arquétipos e propôs uma saída dessa luta terrível dos opostos. Para isso se apropriou também do conceito de símbolo tratado pelo teólogo, filósofo e místico Nicolau de Cusa (1401-1464) indicando a possibilidade da união dos opostos. A sua psicologia então, torna-se uma psicologia simbólica, no sentido de ser justamente aquela que propõe o resgate do sentido e da despotencialização do instinto pelo reconhecimento do arquétipo. Em outras palavras, e nisso Sade é um mestre: Justine é uma jovem que, sendo raptada, violentada, torturada e degradada, representa a inocência da alma humana constrita a conhecer a força escura da sombra a ser percebida e assimilada quando possível. Criança, religião, família, inocência, pureza tudo isso à mercê do libertino e da corrupção.

Há um lado escuro do Eros (enquanto pornéia, pois o Eros tem outras dimensões) que destrói, corrompe e mata. Se encontrarmos o símbolo, diz Jung, podemos escolher não atuar sobre o mundo externo, porque aquilo que se quer destruir, corromper e matar é o modo de ser das próprias forças, transformando-as. Dizer isso é dizer que o pedófilo, se buscar a tomada de consciência de sua ação pode descobrir que é dentro dele que está a possibilidade de transformação do desejo e da compulsão para esta ação que o leva até a criança. Não quero fazer o mal diz são Paulo. Mas faço!

A moral de acordo com Nietzsche (não o Zaratustra) é constituída a partir da repressão e contenção dos instintos humanos o que não significa que possa ser experienciada por todos os homens uma vez que uma moral profunda traz consigo uma tremenda exigência que dá à vida verticalidade, sacralidade, significado e valor. Que tipo de força interna de caráter pode um homem que não consegue dizer não a um prazer ou a uma fantasia de prazer? Poderão os escravos dizer não para as cebolas do Egito em prol de uma terra prometida que se encontra para além dos desertos?

Nem todos conseguirão se libertar. É preciso que haja um ego capaz de lidar com as forças, assim como, é preciso saber de que modo lidar com essas forças. É preciso acima de tudo, a consciência de que a distância entre a fantasia e a ação é muito pequena e frágil. Mais que isso, é preciso que se saiba que todo vício é compulsivo. É autônomo e age por si mesmo. Fascina, para bem e/ou para o mal.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Cuidado com "os burros motivados"


Como tudo que se lê hoje, em dias atuais, praticamente tem certa semelhança com o passado e que tem ligações com o individuo e seu todo, por assim dizer - qual 'classe', estereótipo pertence, religiões, políticas e lutas, deixando um 'Shake hands' e 'uma breve visão', resolvi compartilhar.

Super-heróis não existem. Porém, não quer dizer que não se possa fazer uso de superpoderes. O poder da escolha é um destes, o poder de pensar faz chegar a um consenso, o de discernir em julgamento da causa: Se coletiva, se individual, se boa, se má; o bem do mal.

Chamou-me a atenção no texto de @Shinyashiki quando diz que: A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso. Hoje, as pessoas estão questionando o Lula em parte (destacar em parte) porque acreditavam que ele fosse mudar suas vidas e se decepcionaram.

Tratando-se de um sistema tão complexo, composto de vasta gama de Handshakes, Chamo-me à atenção para com a condescendência... Jamais retirar o mérito das benfeitorias, pois não há seperfracassos e nem super-herói.

Destacar em parte, porque dentro desta ‘Arca de Noé’ em mundialização que é a nossa sociedade, Pois, o futuro chegou e não foi ontem, deveria recordar aquela máxima antiga, se eu entendo que Deus me desentenda; Dai, pois, a César o que é de César... Assumir as próprias responsabilidades, e tirar a carga de quem ‘titulamos’, rotulamos heróis, por ter errado aqui ou acolá, ainda mais ao estar a tratar dos interesses da ‘Arca”. Se sei do que digo, pois posso estar inserido na classe dos burros motivados, assim continua @Shinyashiki ao dizer: A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.

Porém, isso não iliba em parte de haver partes reclamantes de coisas que aconteceram de forma errada. Contudo, não esquecer das benfeitorias alcançadas neste longo processo de melhoramento nos indivíduos. Quando o homem considerar a vida, uma oportunidade valiosa de crescimento moral e de conquista dos valores eternos, bem diversas são as colocações filosóficas em que se movimenta. Os sofrimentos adquirem um significado próprio dos quais retira valiosos recursos de paz e temperança para uma vivência útil. O fardo dos problemas se dilui ante uma atitude correta de considerar as dificuldades e sublevá-las, solucionando cada uma conforme está se apresente.